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mulher loira cobrindo um dos olhos
mulher loira cobrindo um dos olhos · Imagem: Reprodução

Investigada por lesões graves e exercício ilegal da medicina, Magda Oliveira da Silva teve prisão mantida pela Justiça após ação policial

Sobe para 12 número de mulheres com vaginas mutiladas por fisioterapeuta
Sobe para 12 número de mulheres com vaginas mutiladas por fisioterapeuta · Imagem: Source: www.metropoles.com

Carlos Carone

Sobe para 12 número de mulheres com vaginas mutiladas por fisioterapeuta
Sobe para 12 número de mulheres com vaginas mutiladas por fisioterapeuta · Imagem: Source: www.metropoles.com

24/09/2026 14:24

Reprodução

O número de vítimas atribuídas à atuação da fisioterapeuta Magda Oliveira da Silva subiu para 12 em Goiânia (GO), segundo balanço atualizado da Polícia Civil de Goiás (PCGO). A profissional é investigada por provocar deformidades permanentes e lesões corporais graves em pacientes submetidas a procedimentos estéticos invasivos.

De acordo com as investigações, as intervenções resultaram em queimaduras, cicatrizes profundas, complicações severas em áreas sensíveis, inclusive na região genital, e até mesmo na mutilação de estruturas anatômicas.

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Magda foi presa preventivamente durante uma operação policial realizada na última segunda-feira. No dia seguinte, a 4ª Vara de Garantias de Goiânia manteve a prisão da investigada após a realização da audiência de custódia.

Mais vítimas

O delegado Alex Rodrigues, responsável pela condução do inquérito policial, explicou que até a última quarta-feira contabilizavam-se 12 vítimas no total, sendo sete já identificadas previamente e cinco que procuraram a polícia após o início da operação.

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A investigada possui formação em Fisioterapia e especializações complementares nas áreas de harmonização facial, corporal e íntima. No entanto, os relatórios policiais apontam que suas práticas extrapolavam a regulamentação da categoria profissional.

Segundo a corporação, os levantamentos indicam que a profissional realizava incisões cirúrgicas, remoção de retalhos de tecidos e intervenções que alteravam drasticamente a anatomia das pacientes. A apuração também revelou que Magda prescrevia e fornecia medicamentos diretamente aos clientes, conduta restrita à prática médica que caracteriza o exercício ilegal da profissão.

A Polícia Civil informou que divulgou a imagem da investigada com o objetivo de incentivar o surgimento de novas denúncias e identificar outras possíveis vítimas. A corporação orienta que potenciais afetadas procurem a unidade policial para prestar informações e apresentar documentos, registros fotográficos ou quaisquer outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento do caso.