Claudia Meireles

Última noite de Metrópoles Catwalk reuniu casting estrelado, música e diferentes expressões da moda brasileira na Arena Mané Garrincha

Amanda Kehrig, Claudia Meireles

19/09/2026 14:51

Nina Quintana/ Metrópoles

A terceira edição do Metrópoles Catwalk chegou ao fim em grande estilo nessa sexta-feira (18/9). Depois de cinco dias que transformaram a Arena Mané Garrincha em ponto de encontro da moda nacional, a última noite reuniu seis grifes, casting estrelado e diferentes expressões criativas em uma despedida à altura do evento.

Hills, Glowshine e Erica Rosa abriram a programação. A brasiliense Hills levou à passarela uma curadoria de marcas nacionais e teve Gabi Pires na abertura.

Em seguida, a Glowshine imprimiu atitude e identidade com seu streetwear e contou com Negra Li para encerrar a apresentação. A cantora resgatou referências da própria trajetória para a estreia na passarela do Metrópoles Catwalk.
Negra Li
“Eu trouxe um personagem, sabe? Lembrei da Liliane, da Negra Li de 1996. Acho que a música, a moda, o comportamento, tudo ali está alinhado. E é uma coisa que eu estou amando. Além da música, adoro moda, adoro inventar coisas”, contou.
Fechando o primeiro bloco, Erica Rosa apresentou a coleção A Colheita, marcada pelo trabalho artesanal, volumes e aplicações. O modelo brasiliense Jhona Burjack encerrou a apresentação da etiqueta.
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Jhona Burjack riscou a passarelas pelas marcas Erica Rosa e Vitor Cunha na última noite de Metrópoles Catwalk
Despedida em grande estilo
Petzold 1981, Lago Beachwear e Vitor Cunha assumiram a passarela no segundo bloco. A Petzold apresentou Self Affair e reforçou o encontro entre moda e música com uma performance de Bianca Guterres.
Na sequência, a Lago apostou no destination wear, enquanto Vitor Cunha teve a missão de realizar o último desfile da terceira edição, valorizando técnicas artesanais como crochê, macramê, renda e bordados.
Letícia Valle, à frente da Lago, e Gabi Pires
A sequência coroou uma semana de celebração à criatividade brasileira. Ao longo de cinco noites, 30 etiquetas passaram pela estrutura montada na Arena Mané Garrincha, que recebeu criadores de diferentes regiões do país e nomes consagrados das passarelas.
Brasília no mapa da moda
Para Brenda Costa, comunicóloga e entusiasta de moda que prestigiou o evento, iniciativas como o Catwalk ajudam a fortalecer uma cena que ganha cada vez mais projeção. “A gente não só tem artistas e marcas incríveis daqui, mas também um público interessado, que consome, prestigia e ajuda a fortalecer esse mercado”, afirmou.
Desfile da Petzold 1981
O sentimento de despedida vem acompanhado da expectativa pelos próximos passos. Para Nicole Meyer, engenheira que integra a equipe responsável pela realização do evento, a terceira edição reforçou o espaço que o Catwalk conquistou na capital.
Júlia Martins e Nicole Meyer
“O Metrópoles Catwalk hoje já é uma marca de Brasília e, muito além disso, mostra para todo o Brasil que Brasília é palco para a moda”, destacou.
Depois de cinco dias de encontros, aplausos e celebração à moda nacional, é hora de dizer até logo à passarela que tomou conta da Arena Mané Garrincha. Ficam as memórias de uma semana que colocou Brasília sob os holofotes da moda e a expectativa para a quarta edição do Metrópoles Catwalk.
Realizado pelo Sol Nascente Associação Cultural, o Metrópoles Catwalk conta com fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.
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